segunda-feira, 20 de julho de 2015

Kill Robot Kill: Aeon of Damnation



Deathcore


Criar uma arte de capa é sempre a melhor forma de começar um álbum, e a banda Kill Robot Kill aprendeu isso logo de cara.

Essa banda apresenta para o mundo uma forma de Deathcore com o peso do Death Metal em alguns momentos, criando uma sonoridade extremamente agradável dentro da destruição do Death Metal que é sempre uma coisa magnífica e com o Deathcore que traz a energia da alma nova.

A primeira música é logo de cara uma forma de criar a atmosfera mais obscura possível para o álbum, o teclado sendo colocado em prática da melhor forma possível, um cenário totalmente tenebroso em que sua alma está caminhando por um labirinto e encontra seus piores pesadelos, mas o pior de todos é conseguir olhar para seu reflexo e no espelho e notar que você está morto.

Still the Ashes Reveal é a música que começa com a pedrada sem piedade, o vocal dessa banda prova que a mescla entre o Death Metal e Deathcore é real, o vocal rasgado consegue dar uma podridão para a música que é totalmente necessária, a bateria rápida consegue criar uma energia muito impactante na música e consegue fazer todos tirarem o chapéu para essa magnífica arte criada por essa banda.

Com uma introdução tão bem feita, tão bem pensada para criar o medo em quem escuta, a banda consegue logo em seguida puxar a total adrenalina dentro da alma de cada um, uma que consegue logo de cara ganhar todos os que escutam esse trabalho excelente criado pela K.R.K

Se a faixa Still the Ashes Reveal  já começa no grito, começa puxando mais o Deathcore, então a faixa seguinte intitulada “Eclipse” começa puxando o Death Metal, com um gutural muito profundo que consegue calar a boca de todos que um dia duvidaram da capacidade dessa banda incrível que consegue usar de forma extremamente inteligente a sonoridade do teclado.

Eclipse é a faixa que deixa claro para todos que a banda sabe apostar em coisas novas, sabe utilizar novos instrumentos e sair do mesmo, sabe criar uma base diferente, sabe também destruir tudo, uma música que consegue ganhar o respeito de qualquer pessoa.

Um ponto muito importante e interessante é que essa banda pode muito bem agradar a todos que escutam um bom e bem feito Symphonic Black Metal, uma vez que a banda tem um lado meio puxado para a melodia obscura do Symphonic Black Metal, conseguindo com isso puxar a alma de todos para as musicas da Kill Robot Kill.

Fear Makes the Wolf Look Bigger é um excelente exemplo de atmosfera Symphonic Black Metal, ela tem uma capacidade de colocar as sombras em sua mente e tem uma impactante bateria que consegue puxar um prato da melhor maneira possível, trabalhando todos os instrumentos da forma mais criativa possível, uma qualidade impecável dessa banda é que o baixo consegue aparecer da forma mais excelente possível, ele não fica escondido, uma guitarra que consegue puxar um peso excelente e melodia excelente também, criatividade não falta para essa banda.

Já que é para criar medo então esta no momento de nascer a música “Enter: The Devil” uma música de outro planeta, realmente a melhor música do álbum, pela capacidade, pela agressividade e pela magnífica forma de ser cantada e com a alma que ela chega para todos, uma música que não deixa faltar nada.

Enter: The Devil é o exemplo de como fazer uma música de outro nível, uma forma me mostrar para todos que o peso não precisa ser repetitivo e que a junção do Deathcore com o Death Metal é genial se conseguir trabalhar com ambos e essa banda não só consegue, ela faz tudo isso de forma extremamente divina.

Kill Robot Kill, uma banda que consegue fazer a destruição ser ainda maior com o Deathcore.



Postado por: Renan Martins

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