quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Extremo: Bloodhunter/Dehydrated




Trazendo dessa vez, três bandas que tem algo em comum, algo que vai alem de sua qualidade em fazer um excelente trabalho com o Metal Extremo.

Bloodhunter, Dehydrated e Otep são bandas que apostam em mulheres para conseguir liderar o vocal e apostam da forma mais correta possível, são excelentes bandas e o gutural feito por todas elas são da melhor qualidade e brutalidade.


Bloodhunter:





Começando pela banda Bloodhunter que conseguiu nascer do underground e mostrar como fazer um som violento e sem piedade e muito rapidamente a banda conseguiu conquistar boa parte dos seus fãs, a velocidade com que cresce o nome da banda é incrível, o trabalho sempre aparece com a qualidade mais bem produzida possível.

A magnífica vocalista Diva Satânica consegue chegar em um timbre destruidor com seu gutural e sua classe, a vocalista tem uma potência que consegue combinar perfeitamente com a banda, realmente uma combinação perfeita.


Dehydrated:



Essa banda é um tanto mais desconhecida, porem, ela é provavelmente a que tem com a garota Irina Sidenko o vocal mais brutal de todos, gutural feito pela Irina é realmente sensacional, uma tecnica que puxa um Growl da melhor qualidade, conseguindo executar o Brutal Death Metal sem deixar faltar absolutamente nada.

A banda tem uma qualidade impecável no instrumental, a bateria é sempre muito violenta e consegue trabalhar com o pedal duplo de forma impactante, guitarras sempre bem exploradas e o baixo muito bem trabalhado aparecendo com muito peso em suas músicas.


Bloodhunter:



Dehydrated:




Postado por: Renan Martins

domingo, 25 de janeiro de 2015

Viral Load: Backwoods Bludgeoning (Sick Hicks from the Sticks)


Death Metal


Viral Load, a banda que faz o sangue escorrer pela floresta.

Essa banda traz uma sonoridade seca e muito direta do que é o Death Metal/Brutal Death Metal dela.

A banda tem uma carreira com uma quantidade boa de lançamentos e um álbum melhor que o outro, a banda também lançou Demos em sua carreira, todos os lançamentos com a qualidade do Death Metal mais objetivo possível.

Em seu álbum intitulado “Backwoods Bludgeoning (Sick Hicks from the Sticks)” a banda conseguiu fazer o álbum sair via Amputated Vein Records, ganhando uma boa visualização dentro do underground.

Começando o álbum com a faixa “Backwoods Brutality” a sonoridade da banda já fica clara logo de cara, um baixo muito denso, uma bateria muito rápida e que consegue combinar perfeitamente, mesmo sendo uma bateria programada, o vocal tem um gutural excelente, um gutural que você consegue escutar perfeitamente as palavras e trazendo a atmosfera do título da faixa.

A segunda musica é a “Beetlejuice Bukkake” uma faixa que também consegue trazer a característica da brutalidade nitidamente jogada com muito sangue e violência em cada riff, o baixo dessa banda realmente aparece nítido nas faixas, tem uma força muito grande e não deixa nenhum espaço faltando, a guitarra é muito abafada, mas combina perfeitamente com o baixo e com a velocidade extremamente extrema do pedal da bateria.

Cumstained Murderweapon começa com uma forma mais metralhada, mas essa faixa mostra algo diferente, uma mudança, o vocal que ainda segue em seu gutural muito bem trabalhado acaba ganhando o apoio de um vocal mais rasgado ao fundo, deixando claro que o pig squeal está vivo nessa banda, deixando tudo ainda mais podre, uma sonoridade ácida.

Ice-Pick Vasectomy é uma música que traz uma sonoridade um tanto diferente das anteriores, ela puxa bem mais o Death Metal do que o Brutal Death Metal, uma música ótima, e o pig squeal ganha um espaço impactante nessa faixa também, a bateria continua muito rápida, continua destruidora, a forma que tudo é feito,  tudo é construído faz com que essa banda tenha tudo para conseguir deixar marcado seu nome no underground sangrento do Brutal Death Metal.

 Para conseguir deixar ainda mais consagrado o nome da banda, após o lançamento do seu último álbum que é intitulado “Decade of Deepwoods Debauchery” que saiu via Sevared Records a banda conseguiu lançar um Split que saiu via Relapse Records e nesse Split a banda Viral Load  conta com a participação de outra banda tão brutal quanto e tão magnífica quanto que é o Putrid Pile, a banda que escreve suas músicas usando os ossos de suas vítimas e o sangue delas, duas excelentes bandas que conseguem fazer o underground ser ainda mais obscuro e brutal, a densidade nunca morrerá enquanto existir Putrid Pile e Viral Load.

Lawnmower Lobotomy é a música que traz o pig squeal para a vida e consegue fazer ele ter um espaço muito grande dentro da música, o gutural realmente muito fechado já consegue lembrar o pig facilmente, porem, nesse caso o vocal aposta no real pig Squeal para colocar na música e você consegue observar sua vítima ser dilacerada.

Gorguts, a lendária banda de Death Metal aparece nesse álbum, mas com o Viral Load fazendo cover da música “Inoculated Life” um cover que se você errar é perigoso prejudicar o álbum todo, pois estamos colocando Gorguts na jogada e não é qualquer banda.

Felizmente  Viral Load conseguiu fazer desse cover uma das melhores músicas do álbum, surpreendendo de forma incrível e o vocal conseguiu ficar extremamente pesado junto de um instrumental extremamente digno.





Postado por: Renan Martins

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Singularity: Singularity



Technical Death Metal/ Black Metal



A qualidade de uma banda pode ir muito alem do que esperamos dela, e a banda Singularity mostra para todos que seu trabalho é muito bem feito e potente.

A energia fica nítida nas músicas, em seu ultimo álbum intitulado “Singularity” a banda não deixou faltar energia e a forma de criar as músicas ficou sensacional.

Com uma pegada um tanto puxada para o Black Metal a banda consegue puxar a atmosfera obscura desse gênero tão bem feito, tão tenebroso e único e ao escolher o Black Metal a banda consegue ainda puxar um tanto do Technical Death Metal, uma junção peculiar, mas de extrema qualidade.

O álbum começa com a faixa “A Withdrawal of Salvation” que começa com um solo de bateria, e a bateria consegue mostrar que tem uma qualidade muito grande, uma velocidade destruidora que consegue criar um furo dentro do universo, uma guitarra muito digna do Technical Death Metal, um vocal não tão pesado, um drive que lembra também o Harsh Vocal em alguns momentos, consegue fazer com que a sonoridade não fique sem sentimento, e sempre trabalhando a melodia da melhor forma possível.

A qualidade da banda é inquestionável, os músicos são ótimos, o baixista consegue aparecer trazendo a escuridão com sua densidade, a guitarra faz um furacão com sua técnica e som ardente, “A Withdrawal of Salvation” uma música que começa o álbum da melhor forma possível.

Remnant of Stellar Evolution tem uma melodia muito marcante, uma forma de mostrar que a música vai alem de apenas você parar e escutar, a música tem um sentimento único que consegue criar o mundo mais destruidor ou mais bem feito dentro da mente de todos, e a faixa Remnant of Stellar Evolution consegue ser incrível, pois apenas carrega o instrumental e mesmo assim consegue ser surpreendente.

Spacetime Devourment é uma música que começa a mostrar uma parte mais diferente da sonoridade, começa a colocar o som da guitarra de forma mais focada dentro do Technical Death Metal, porem o teclado ainda permanece no mundo do Black Metal um tanto melódico ou em alguns momentos Black Metal de muita atmosfera.

O vocal que toma conta na faixa é um gutural, uma forma bem mais fechada  em determinados pontos, a bateria consegue mostrar seu pedal duplo de velocidade incrível, uma música melhor que a outra, criando um álbum completo.

Singularity é apenas o primeiro álbum da banda, antes de lançar esse álbum que saiu via independente em 2014, a banda tinha lançado três Demos, a primeira e a segunda intituladas “Demo” e a  terceira carrega o título “A Withdrawal of Salvation” título da qual a carrega também a primeira faixa do álbum Singularity, e a banda também lançou antes do álbum, o single intitulado “The Ascension” que saiu em 2013.

Continuando com o álbum, a banda consegue ainda puxar mais e mais da sua energia para colocar em suas músicas, essa se tornou uma das principais características da banda, alem claro, de sua mistura entre Technical Death Metal e Melodic Black Metal.

A mescla perfeita entre o Technical Death Metal e o Melodic Black Metal está na música “Desert Planet”, uma faixa que consegue tornar o álbum ainda melhor, uma música de extrema qualidade e que mostra o limite de cada músico, uma guitarra muito explorada, um teclado tão explorado quanto e que consegue ser fundamental para a atmosfera da música, o Black Metal consegue ficar mais vivo em determinados pontos, porem, o Technical Death existe e existe deixando a música violenta.

The Resolution é a ultima faixa do álbum e ela apresenta algo ainda mais louco na sonoridade, uma forma calma e com vocal de peito que começa a música com muito mistério, muito poder, o encerramento perfeito para esse trabalho.



Postador por: Renan Martins

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Apocryfal: Aberration of Mind


Death Metal


Finlândia, lindo país que consegue sempre surpreender o mundo com potentes nomes no mundo do Metal e sempre com a melhor qualidade possível.

O Power Metal da Finlândia é um dos mais conhecidos mundialmente, não colocarei em um padrão quem é melhor que quem, mas em particular, o Power Metal desse país gelado é melh

Finlândia surpreende não só pela qualidade do Power Metal, mas também por lançar artistas de outros gêneros ainda dentro do metal com tanta qualidade quanto e dessa vez a banda Apocryfal mostra que seu Death Metal faz o país gelado se tornar uma labareda de fogo.

Começando sem medo a banda aposta na faixa “Intro (A Grievance)” uma faixa que é totalmente Death Metal, tem a qualidade impecável e assim que você escuta o vocal você consegue notar que essa banda é genial, realmente o trabalho dessa banda é surpreendente, e ela não deixa faltar à vida do ódio, o gutural utilizado é muito bem trabalhado, mesmo com peso ele é um tanto aberto e consegue fazer você entrar no inferno.

O mais interessante dessa banda é que ela começa o trabalho dela já apostando em uma música totalmente destruidora mesmo sendo um tanto cadenciada, de extremo bom gosto e sentimento destruidor, e diferente das outras bandas, ou de sua maioria, ela aposta em cantar essa primeira faixa em finlandês, dando um toque de cultura e de técnica ainda maiores no seu som.

A segunda música é a “Contra” que tem uma qualidade muito pesada, riffs que conseguem fazer você sentir o peso que tem o caminhar do Demônio tentando te achar, uma música que é extremamente bem feita, a qualidade do som ficou impecável, muito bem produzido, a bateria tem um poder muito grande e consegue trabalhar com os pratos e fazer você tremer por dentro, você consegue entrar no mundo em que o fogo está consumindo tudo, o chão abre e assim que abre ele começa a vomitar corpos deformados saindo do fogo do inferno, uma música que consegue fazer o exercito do satã dominar o mundo.

O anonimato de algumas bandas é realmente um mistério em alguns casos, essa banda é um tanto nova em questão de lançamentos, tem apenas uma Demo intitulada “Ravens”  que saiu via independente, e o lançamento mais recente que carrega as duas músicas anteriores, que é o EP intitulado “Aberration of Mind”, esse EP consegue fazer muitos álbuns pensados durante muitos anos se tornarem fracos de tão bem feito que é, a banda mostrou que com o foco de fazer a música brutal e sem frescura e sempre tendo como pensamento fazer o que gosta, fez a diferença e conseguiu construir um lançamento impecável.

Mother of All é uma música que você consegue escutar perfeitamente tudo, o baixo é tão vivo quanto você poderia imaginar em uma música de Death Metal, uma potência que consegue fazer sua alma se tornar cada vez mais pulsante, a música conta com uma bateria muito bem trabalhada que consegue ser densa e trazer muita violência, consegue trabalhar muito bem com os pratos e com a velocidade, uma forma de destruir tudo que está em seu caminho, um pedal que consegue fazer você sentir o gosto de sangue na boca, uma música que faz a diferença dentro do EP, a banda consegue mostrar o seu verdadeiro Death Metal e isso é o que falta em algumas bandas.
Apocryfal está conseguindo seguir um caminho da melhor forma possível, conseguindo fazer o som denso que sempre desejou ser ainda mais completo, uma revelação fez 2013 tremer.

Para encerrar o álbum a banda escolheu a música “A Theist” a música que tem uma atmosfera muito Death Metal, mas também consegue te puxar para um lado mais obscuro, um lado que lembra um pouco o Blackned Death Metal, uma porrada que faz você chorar sangue, um encerramento perfeito para um EP tão perfeito quanto.



Postado por: Renan Martins

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Cyhyraeth: Servant To The Fire



Melodic Death Metal


Cyhyraeth, a banda que não tem medo de mostrar sua técnica.

Uma banda que é muito boa de escutar, a qualidade da sonoridade é excelente, a banda tem uma linha puxada para o Melodic Death Metal com um pouco de Thrash Metal.

Com uma qualidade excelente a banda não deixa faltar absolutamente nada, não deixa faltar empenho no vocal que é excelentemente explorado pela Jessica Mccain, uma ótima vocalista que consegue mostrar que sua voz combina perfeitamente com a melodia criada.

A primeira música é a “As the World Burns” e essa faixa começa da melhor forma possível o álbum, ela deixa bem nítida a qualidade do Melodic Death Metal da banda, uma forma de fazer tudo ser ainda mais agradável assim que entra o baixo da banda, um instrumento que tem muito peso e muita importância, ele consegue fazer uma atmosfera totalmente delirante dentro das músicas e essa não é diferente, a bateria é forte, mas não extremamente rápida, dando um toque ainda mais especial para a banda.

Com um começo excelente desses a banda não poderia abrir mão de continuar focando tanto na qualidade, e ela consegue superar a primeira faixa com a segunda intitulada “Indoctrinate” uma música que já mostra um pouco mais do Thrash Metal da banda que até então estava um pouco escondido, uma guitarra um tanto mais rápida, uma bateria um tanto mais seca em alguns segundos, mas o que predomina nessa música é o Melodic Death Metal, uma forma linda de trabalhar com esse subgênero que tem tanto para ser explorado.

Indoctrinate tem um vocal rasgado que consegue mostrar força e um tanto da fúria, a voz de peito é muito bem trabalhada na faixa e consegue fazer com que ela fique em sua mente por muito tempo, a música gruda em sua mente de forma muito forte.

A Farewell to Harm é uma música poderosa que consegue ter uma força muito grande nas guitarras que conseguem criar uma sonoridade cada vez mais magnífica, uma música que não deixa faltar ódio, não deixa faltar qualidade, o baixo da banda aparece de forma muito nítida na música, e isso sempre é muito magnífico, pois poucas bandas sabem deixar o baixo com tanto destaque, a melodia da banda é sempre bem trabalhada fazendo a música ser grudenta e principalmente quando entra o vocal feminino a música se torna muito melhor, uma música que consegue sair do inferno e ir para o céu.

Confliction começa no caos, começa sem piedade, a música começa como se a banda estivesse declarando guerra, uma música que não deixa você ficar parado, a energia está em todos os momentos, e o Thrash Metal aparece muito nítido na bateria, uma bateria seca que tem muita fúria, mas o vocal é totalmente Melodic Death Metal e isso é muito importante, pois a banda consegue trabalhar de forma excelente com ambas as vertentes, a forma mais destruidora possível de fazer uma música, a banda acaba explorando, sem deixar faltar nada.

A música que começa de uma forma totalmente diferente de todas as outras, talvez a melhor música da banda é a “Aftermath” uma música que tem um começo da forma mais poético possível, uma forma de mostrar que tudo está acontecendo ao seu redor e você precisa tomar uma atitude para melhorar sua vida, uma música que tem a técnica do baixo totalmente explorada, tem uma bateria trabalhada de forma rápida sem ser violenta, uma guitarra totalmente melódica, o vocal feminino consegue ser o melhor possível para complementar a melhor música possível, realmente essa banda tem qualidade e consegue mostrar o porque merece ser conhecida.

Servant to the Fire tem um começo totalmente eletrizante e ela consegue te jogar dentro da sua mente e te fazer viver o local de caos mais retardado possível, você consegue entrar em seus pesadelos e o mundo começa a cair, tudo começa a se tornar um fogo e você ao fechar os olhos não acorda desse mundo, a única forma é lutando contra seus medos.



Postado por: Renan Martins

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Convictors: Envoys of Extinction



Death Metal


A Alemanha consegue manter uma força muito gigantesca dentro do mundo do Metal, e uma das bandas que consegue aparecer no ano de 2014 com um lançamento excelente é a Convictors.

Um Death Metal bem feito é sempre bom de escutar, mas a pedrada que é construída por essa banda com esse álbum é realmente muito interessante.

A primeira música do álbum é a “Preparedness 101” e ela consegue logo de cara mostrar uma qualidade que a banda vai conseguir manter pelo álbum todo, a qualidade incrível do baixo totalmente destruidor, uma música excelente que tem uma bateria muito rápida e que não deixa faltar nada, uma velocidade interessante e que não peca em nada.

As características desse gênero estão muito vivas dentro do trabalho da banda e a segunda música mostra bem isso.

Intitulada “Epitome of Decay” a bateria consegue mostrar uma velocidade e um tanto seco em determinados momentos a sonoridade, a guitarra tem uma sonoridade muito clássica do Death Metal rústico da alma dos Deuses do sangue, realmente essa banda surpreende com seu primeiro lançamento, a banda conta com um gutural muito bem feito, um gutural da melhor qualidade que tem profundidade e muita fúria, um vocal digno para essa banda.

Angel of Impurity também consegue mostrar a sonoridade rústica da banda, mas diferente das anteriores ela carrega uma melodia ainda mais interessante e o baixo dessa música é sensacional, tudo tão bem trabalhado que ela gruda em sua mente de forma destruidora, uma música incrível que é provavelmente a arma que faz você querer escutar mais e mais do trabalho da Convictors, uma banda que nasceu para ficar no Death Metal sem deixar faltar nada.

O Death Metal e o Brutal Death Metal apostam bastante na questão da introdução, e a faixa “Let Malevolance Arise” tem uma sonoridade totalmente destruidora, como se você estivesse sendo esmagado por um martelo e assim que seu corpo está molhado de sangue, você é totalmente retalhado, uma música absurdamente Death Metal, uma bateria muito densa e um baixo que consegue ganhar vida sem faltar nada nele.

A música mais rústica da banda é a Proclivity, que tem totalmente uma destruição em sua atmosfera, uma música muito rápida e de riffs violentos, um nascimento que faz do álbum ainda mais pesado, ainda mais completo, a banda tem uma alma de Death Metal e isso faz dela ainda melhor, ela consegue trabalhar muito bem com tudo que tem.

A Alemanha realmente sabe fazer um artista ter a base e consegue fazer o artista ou banda crescer de forma interessante, fazendo com que tudo seja ainda mais impactante e o trabalho dessa banda é realmente formidável, uma bateria que sabe destruir tudo que está em seu caminho, uma guitarra que consegue criar tudo que existe de clássico e de atual no mundo Death Metal, uma música melhor que a outra fazendo desse álbum um lançamento realmente impactante e fazendo do ano de 2014 ser ainda mais completo, ainda mais denso e sangrento.

Convictors tem uma carreira antiga, porem, poucos lançamentos, a banda foi criada em 1986, mas deu uma pausa em suas atividades em 1987, conseguindo o seu retorno apenas em 2008 com uma sensacional forma de pensar e com uma técnica muito potente para executar as músicas.

Encerrando o álbum com a “Fragments (Incl. Hidden Track)” uma música que tem apenas 13 minutos, uma música que consegue ter 13 minutos e não ser cansativa mostra realmente como a banda é boa, como ela sabe trabalhar dentro da brutalidade e sabe explorar tudo dos instrumentos e do vocal.



Postado por: Renan Martins

domingo, 4 de janeiro de 2015

Dreamgrave: Presentiment



Gothic/Doom Metal


Dreamgrave, um nome que nasce para ficar em sua mente.

Presentiment é o nome do primeiro álbum da banda, e essa linda obra saiu via independente que chega a ser surpreende pela qualidade e pela criatividade do trabalho da banda.

A arte de capa consegue agradar de forma magnífica, uma arte que consegue explorar o que existe de mais impactante das cores, como se o dia estivesse nascendo, nascendo junto da sonoridade diferente dessa banda excelente.

A primeira música do álbum é intitulada “Ethereal Eternity” um instrumental de forma clássica que consegue puxar para o álbum toda a expectativa do que tem de melhor no mundo do Doom Metal.

Criar expectativa pode ser prejudicial, afinal, elas podem acabar te fazendo esperar algo muito melhor do que aquilo que está sendo criado, mas nesse álbum tudo está melhor do que você imagina.

Black Spiral é a segunda música e a banda consegue apresentar uma sonoridade muito pesada, guitarras bem trabalhadas e de forma violenta, uma bateria muito radia e que consegue explorar muito bem os pratos deixando tudo ainda mais interessante o vocal feminino aparece e consegue trazer uma paz e uma classe muito gigantesca para a música, uma forma de fazer seu som ser lembrado ainda mais.

Não pense que a banda fica apenas no vocal feminino, esse é uma das qualidades dessa banda excelente do Doom Metal, ela consegue mesclar perfeitamente o gutural extremamente profundo, o gutural que não deixa faltar à morte em seu caminho, junto do brilho do vocal feminino que consegue combinar perfeitamente, a música “Memento Mori” mostra bem o vocal gutural que consegue dar outro caminho para a música.

Presentiment é uma das faixas que você consegue entrar no mundo da banda com uma facilidade gigantesca, uma música muito bem feita que tem uma introdução da melhor qualidade, uma forma de fazer você se sentir calmo e sentir ao mesmo tempo a euforia de viver, a guitarra apresenta uma sonoridade bem mais leve logo de cara, uma bateria que não é tão rápida, mas que muda bastante ao decorrer, o vocal é muito bem explorado, muito bem trabalhado, tudo da melhor qualidade e o gutural aparece para mostrar o lado esquecido da mente que está com os pesadelos.

A banda mostra uma junção diferenciada, com o foco de mudar o vocal do feminino que é extremamente mais calmo que o gutural, a banda consegue puxar você para viver mais de um sentimento nas músicas, você consegue entrar no paraíso e beijar o inferno, a banda tem excelentes músicos, por completo, todos sabem trabalhar de forma muito impactante e sabendo trabalhar em equipe de forma organizada a banda cria algo sensacional que é esse primeiro álbum intitulado “Presentiment”, uma obra prima de consegue fazer o Doom Metal ser ainda mais completo.

False Sense of Confidence começa de forma potente e mostrando o que existe de mais obscuro dentro do mundo do Doom Metal, essa banda consegue puxar um pouco do mundo do Gothic Metal também e torna sua música ainda mais completa, ainda mais criativa.

It's Ubiquitous é a faixa que encerra o álbum, uma faixa que consegue trazer toda a calma do mundo e faz com que você tenha um amor ainda mais forte pela banda,  realmente essa banda surpreende com o seu primeiro álbum, lembrando que o primeiro lançamento da banda foi a Demo intitulada “Deadborn Dreams” que é um ótimo trabalho.




Postado por: Renan Martins