sábado, 19 de julho de 2014

Endless: Prophetic Seals of Apocalypse



Death Metal


Endless uma das maiores representantes do Death Metal da atualidade.

Endless não é apenas uma banda excelente de Death Metal, essa banda é totalmente revolucionária dentro do gênero.

Com apenas dois membros na banda, Endless não deixou faltar nada, a bateria é destruidora, o vocal é impecável, é como se fosse um tiro de um canhão no rosto de uma pessoa, uma guitarra que passa do Technical Death Metal para o Death Metal tradicional e também até em alguns momentos pelo impecável Progressive Death Metal.

A banda não tem uma carreira gigantesca com uma quantidade extrema de lançamentos, porem, a banda tem uma capacidade gigantesca e mostrou isso em seus três lançamentos e ela conseguiu fazer um melhor que o outro, mas o mais recente mostrou algo que é fora do mundo real, uma junção de criatividade incrível que faz o mundo ficar muito melhor com esse lançamento.

Times of Deception (First Seal) é a primeira música do álbum e ela começa com uma forma única.
Com muita atmosfera você consegue notar um tom perturbador como se pessoas estivessem sendo queimadas vivas e uma menina nova fala bem baixo e assim começa a destruição da banda, a sonoridade criada pela guitarra é impecável, ela cria os riff’s potentes e também consegue apostar no lado mais gritante da guitarra trazendo um som bem agudo, o gutural é excelente, você imagina um rei ordenando a tortura de seus escravos enquanto o mundo está caindo, a ordem suprema de um rei do submundo, a bateria consegue se tornar cada vez melhor, uma potência muito grande e um pedal duplo que é extremamente rápido e tudo muito bem executado, a banda é realmente uma das melhores do gênero e dificilmente ela vai ser esquecida.

Majesty of Darkness (Second Seal) é a segunda obra prima da banda no álbum, e não diferente da primeira a Majesty of Darkness (Second Seal) também começa com uma forma atmosférica, porem, não com tanto tempo, e nessa música você sofre uma destruição em sua mente, a bateria está sensacional, uma metralhadora que sangra a cada vez que é tocada, um vocal que é destruidor e consegue romper o seu tímpano da forma mais dolorosa possível, o apocalipse criado por essa banda é fora da realidade, o mundo de chamas e de caos é totalmente dominado por essa banda, a guitarra é muito diferente em todos os momentos, ela sai do riff potente e carregado e já cria uma ponte para um lado mais Technical Death Metal e o baixo consegue ganhar um grande destaque, uma adrenalina gigantesca é liberada quando essa música é executada.

O Death Metal fica orgulhoso de ter uma banda tão bem feita, tão incrível igual essa, é retardado o som da banda e energia nunca falta para os dois incríveis músicos da banda e é surpreendente que apenas dois músicos consigam criar algo tão diferente, tão fora da realidade e sinceramente essa banda merece sempre ser lembrada como uma das melhores até o fim e talvez mais surpreendente ainda é a banda ter apenas três anos de carreira e os músicos conseguiram deixar claro que Endless entrou no Death Metal não só pra ser mais uma banda, mas sim, para ser uma das melhores.

A maneira que a banda construiu o seu som ela consegue fazer uma seqüência de cenários, e a faixa “The Plague (Third Seal)” começa com um barulho de moscas rodeando carne morta e assim você já consegue imaginar a morte dos escravos e a música libera tanta energia que você cai no mundo em que o rei está esmagando a cabeça dos escravos com um martelo, a brutalidade ganha vida de uma forma impecável nessa música e a guitarra ao fundo cria uma potente base progressiva e faz com que fique ainda melhor a faixa.

Começando de uma forma bem mais diferente das anteriores a atmosfera dessa vez é feita pela guitarra e começa com uma forma um tanto mais leve, ou melhor, um tanto mais limpa, porem é só no começo depois que entra o baixo junto da bateria a destruição volta a acontecer e a faixa “When Death Arrives” ganha uma maquina de desmembrar humanos em sua bateria, a velocidade e a brutalidade que tudo funciona faz imaginar o quanto tudo está dominado, uma música perfeita de uma banda perfeita.

Infelizmente pulando para a ultima faixa do álbum a banda não falhou em nenhum momento e não seria agora que ela iria falhar, ela conseguiu construir uma música sensacional para encerrar o álbum.
The Return (Ninth Seal) é a faixa que fecha essa obra prima da destruição, a música começa com uma forma muito nebulosa, deixando tudo atmosférico, mas apenas no começo, depois vem a bateria e começa a destruir tudo junto dos outros instrumentos, o vocal encerra com urros potentes o álbum que é sem dúvidas uma obra prima colocando a banda entre as melhores do gênero.



Postado por: Renan Martins

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