sexta-feira, 6 de junho de 2014

Theatres des Vampires: Suicide Vampire



As cores vibrantes da bandeira da Itália aparecendo mais uma vez aqui no G.Grind.

Esse país é algo absurdo, ele tem uma técnica, uma forma bonita de expressar e lançar pessoas geniais para o mundo todo.
Falando musicalmente a Itália sempre foi bem representada e a Opera sempre apareceu com muito destaque no cenário da Itália musicalmente.

Como sempre não é só de um estilo que nasce um país, e a Itália tem excelentes representantes no mundo do Metal, e uma banda que é extremamente competente para estar no cenário do Metal é a Theatres des Vampires.

Theatres des Vampires faz uma sonoridade muito diferente, buscando sempre a melhoria de suas músicas a banda aposta em criar uma sonoridade entre o Symphonic/Melodic Black Metal e o Gothic Metal, e para fazer essa banda ser perfeita, ela conta com a linda e totalmente talentosa Sonya Scarlet que fica no comando dos vocais dando um toque muito especial para a banda.

A banda tem uma quantidade muito grande de lançamentos, e isso mostra que ela já está na ativa faz bastante tempo e com muito tempo de proveito, mas eu não escolho falar sempre do óbvio, então será o “Suicide Vampire” que é um álbum sensacional.

A primeira faixa do álbum intitulada “Theatre Of Horrors”, começa mostrando da forma mais nítida possível o trabalho da banda com a junção de vocais, e por incrível que pareça Scarlet não aposta logo de cara com o vocal de peito, mas sim aposta no Harsh Vocal, mas não se preocupe, logo mais para frente, a música se torna muito mais melódica e tudo parece virar uma excelente ópera, e isso faz o álbum começar da melhor forma possível.

Com toda a sua forma performática ela consegue criar uma veia muito versátil, e a banda então consegue com isso na sua segunda música intitulado “Lilith Mater Inferorum” mostrar o lado mais opera e isso da uma introdução mais que sensacional para essa música, uma música que se torna algo muito interessante e que gruda as pessoas para querer ouvir até o fim o álbum.

Se existe para algumas pessoas ainda a dificuldade para escutar o baixo nas músicas ou até mesmo para reconhecer o som desse instrumento que é fundamental na banda, então esse problema terá seu termino assim que você escutar a música “La Danse Macabre Du Vampire”, essa música começa com uma introdução com o baixo e a bateria criando uma sonoridade muito boa, e o teclado ao fundo da uma impressão que a música está sendo guiada pelo som de uma orquestra completa, e tudo combina muito bem.
O vocal em coral fazendo a junção entre o vocal feminino e o vocal masculino da um tom muito impactante para a música e consegue fazer tudo ser mais interessante.

A faixa seguinte intitulada “Queen Of Damned” começa com um som bem diferente das anteriores, ela começa bem longe do Symphonic/Melodic Black Metal, ela é totalmente puxada para o mais puro Gothic Metal possível, e provavelmente é uma das melhores músicas desse álbum tão interessante, o vocal é excelente e tem um tom que não é cansativo.

Tão lindo, tão magnífico quanto a Itália vem a faixa intitulada “Bloodlust”, essa faixa é a perfeita junção do Symphonic Black Metal com o Gothic Metal e com uma potência absurda, totalmente absurda o baixo aparece criando uma obscura tempestade mental em todas as pessoas, quanto mais você escuta essa música, mais você quer ouvir o álbum e conhecer a respeito dessa banda que criou algo tão bem feito.

Para encerrar esse álbum vem a música que tem riff’s que lembra o Inactive Messiah, lendária banda da Grécia, e intitulada “Enthrone The Dark Angel (Version 2002)” essa música vem com uma cadência muito interessante que consegue demonstrar a importância de todos os instrumentos, e tão importante quanto isso, a banda arrumou uma forma de todos os vocais que aparecem na música terem um espaço certo, um espaço justo sem ninguém ofuscar ninguém, e isso ficou sensacional e encerrou o álbum com chave de ouro.



Postado por: Renan Martins

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