terça-feira, 15 de abril de 2014

Dødkvlt: II



Em toda parte do mundo você vai encontrar uma banda de Metal, independente do gênero e se é boa ou não, mas existem certos países que tem muitos artistas incríveis, bandas incríveis e músicos incríveis, e um desses países sem dúvidas é a Finlândia.

Um dos principais motivos pelo qual a Finlândia aparece em praticamente todos os tópicos quando se trata de artista/banda boa, é que esse país apresente grandes nomes no mundo do Metal e isso em praticamente todas as vertentes.

E já que na maioria das vertentes do Metal a Finlândia apresenta grandes nomes tanto em seu lado mais conhecido quanto no mais underground, ela apresenta o Black Metal também sendo representado por excelentes nomes, um deles é o Dødkvlt, um projeto de Experimental Black Metal que tira o fôlego com tanta qualidade e criatividade.

E já que na maioria das vertentes do Metal a Finlândia apresenta grandes nomes tanto em seu lado mais conhecido quanto no mais underground, ela apresenta o Black Metal também sendo representado por excelentes nomes, um deles é o Dødkvlt, um projeto de Experimental Black Metal que tira o fôlego com tanta qualidade e criatividade.A primeira música intitulada “Children of a Failed God”, é uma música diferente de tudo que você imagina porem, ela consegue ainda manter o lado Black Metal Old School, e com seus riff’s empolgantes e com muita energia a música vai seguindo da melhor forma possível, com um som muito bom de ouvir, e com um vocal muito digno do Black Metal.
Um dos pontos mais interessantes dessa música magnífica é que seu refrão é extremamente marcante e grudento, ele tem uma sonoridade muito única, e que te remete a querer ouvir todo o resto do trabalho, te deixando cada vez mais focado em terminar o álbum para conferir todo o projeto para ver se ele é de fato tão bom, e sim, ele é por um todo completo, mostra isso de forma muito simples inclusive em sua segunda música, música que traz todo o lado Black Metal Old School extremamente rasgado e saturado.
A faixa “Blinding the Eyes of the Bastard Christ”, é uma caminhada em um cemitério de pecadores, a música é sensacional, ela começa totalmente empolgada com muita energia e obscuramente tenebrosa, os gritos de dor acompanhando todo o seguimento do instrumental faz com que a música fique cada vez melhor, e quando o vocal entra a bateria mostra o peso intenso de seu pedal duplo deixando tudo ainda mais carregado. E se não fosse o bastante, a música tem uma quebra de ritmo que faz com que você entre totalmente no andamento dela, é uma sensacional composição, que começa da melhor forma possível o álbum.


Soul Devourer a música que tem riff’s caóticos e extremamente rápidos, é incrível a introdução e mostrando todo o talento e a forma incansável do músico, e assim que você consegue ouvir um vocal você se surpreende pelo fato de não se tratar de um harsh vocal, e sim de uma voz muito grave como se fosse um ritual em uma masmorra esquecida no meio de uma floresta em uma ilha.
A música tem partes também em que o vocal rasgado do Harsh Vocal entra em sintonia com um gutural de apoio no fundo que da uma atmosfera muito tenebrosa, algo que da uma característica muito interessante para a música.
A faixa de número 4 intitulada “Kun Kuolema Meidät Korjaa... Saatana Meidät Ottaa” é uma verdadeira poesia da dor, uma faixa que começa com urros junto do baixo e do riff tenebroso da guitarra e com as batidas fortes da bateria a música traz um lado diferente da banda, um lado mais Depressive em seus gritos, porem, sem perder a velocidade e a obscuridade do álbum.


Of Deep and Dark Waters a faixa que de fato traz um lado Depressive Black Metal para o álbum, e sem deixar falhar as expectativas, a música tem uma sonoridade impecável, com batidas lentas e uma guitarra eufórica, sem dúvida uma das melhores músicas do álbum, que conta até com um gutural em determinados momentos.
E para encerrar o álbum incrível, poético e impecável foi escolhida a maior e mais bela música do álbum, que é intitulada “Buried Beneath the Rust”.
Buried Beneath the Rust começa com um teclado único que da um tom muito bonito e assim que entra o vocal ele não mostra o Harsh Vocal totalmente rasgado, e sim um vocal de mais dor, a faixa toda não é inteiramente intensa, ela não é uma metralhadora sem fim, mas o seu andamento lento cai perfeitamente em sintonia e faz a música ser melhor ainda, encerrando o álbum da melhor forma possível.





Postado por: Renan Martins

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