sexta-feira, 14 de março de 2014

Egito Antigo


O Egito antigo guarda muitas intrigas e histórias fantásticas com Deuses sanguinários e um papel fundamental na evolução do mundo.

A História do Egito Antigo inicia-se por volta do ano 3.100 a.C. pelo fato das regiões do Alto e do Baixo Egito foram unificadas, e termina no ano 30 a.C., quando a rainha Cleópatra VII foi derrotada na Batalha.


Uma combinação de características geográficas favoráveis contribuiu para o sucesso da cultura egípcia, a mais importante das quais era o solo fértil resultante de enchentes anuais do Nilo. Os antigos egípcios com isso foram capazes de produzir alimentos em abundância, permitindo que a população dedicasse mais tempo e recursos a atividades culturais, tecnológicas e artísticas. A gestão da terra foi crucial no Antigo Egito, porque os impostos foram avaliados com base na quantidade de terras em posse de uma pessoa.

Ankh a Cruz Ansata



O Egito tem a segunda maior história de uma língua, depois do sumério, tendo sido escrita a partir de 3200 a.C. até a Idade Média, permanecendo como uma língua falada por mais tempo. As fases no Egito Antigo são egípcio arcaico, egípcio antigo, egípcio médio (egípcio clássico), egípcio tardio, demótica e copta.

No final do século XIX, o ankh foi agregado pelos movimentos ocultistas que se propagavam, além de alguns grupos esotéricos e as tribos hippies do final da década de 60. É utilizado por bruxos contemporâneos em rituais que envolvem saúde, fertilidade e divinação; ou como um amuleto protetor de quem o carrega.
O ankh também foi incluído na simbologia da Ordem Rosa-Cruz, representando a união entre o reino do céu e a terra.






Nilo

A rio Nilo foi de extrema importância para o desenvolvimento da sociedade do Egito Antigo. Numa região desértica, o rio assumiu funções prioritárias na sociedade. Os egípcios usavam a água para beber, pescar e irrigar a agricultura (através de canais de irrigação). Após a cheia do rio, ficava nas margens um lodo fértil (húmus) que fertilizava o solo para o plantio. O rio era utilizado também como via de transporte de mercadorias e pessoas.

Curiosidades


No Egito Antigo, as crianças começavam a usar roupas a partir dos cinco anos de idade. Os meninos usavam uma tanga e um cinto, enquanto as meninas usavam um vestido.


As camadas mais populares da sociedade egípcia tinham como base da alimentação o pão, o peixe e uma espécie de cerveja. Já os mais ricos comiam carne de ganso, carne de vaca, vegetais, peixes, frutas e bolos. O vinho era uma bebida cara e também era consumida apenas por aqueles que tinham melhores condições sociais.
Os velhos eram muito respeitados no Egito Antigo, pois eles valorizavam muito o conhecimento acumulado com o passar dos anos.
Somente os templos e túmulos eram feitos de pedra. As outras construções eram feitas de tijolos de barro misturados com palha picada.
Os meninos das famílias mais ricas iam para a escola, onde tinham aula com sacerdotes e sábios. As meninas só podiam ir para a escola a partir dos doze anos de idade. As crianças usavam pranchas de gesso e lascas de pedra para escreverem. A escola era muito rigorosa e os castigos físicos eram usados em caso de erros.

No Egito Antigo havia o divórcio. As mulheres podiam ficar com os filhos e também com parte dos bens do casal. Elas podiam também se casar novamente.

O culto a Ísis e a Osíris

O culto a Ísis e a Osíris era o mais popular no Egito Antigo. Acreditava-se que Osíris e sua irmã-esposa, Ìsis, tinham povoado o Egito e ensinado aos camponeses as técnicas de agricultura. Conta á lenda que o deus Set apaixonou-se por Ísis e por isso assassinou Osíris. Esse ressuscitou e dirigiu-se para o Além, tornando-se o deus dos mortos.

Os antigos egípcios acreditavam que as lágrimas de Ísis, que chorava a morte do esposo, eram responsáveis pelas cheias periódicas do Nilo. Também era adorado o deus Hórus, filho de Ísis e Osíris.

Deuses e o que representavam

Rá - Sol
Anúbis - os mortos e o submundo
Toth - sabedoria, conhecimento, representante da Lua
Bastet - fertilidade, protetora das mulheres grávidas
Hórus – céu
Seth - tempestade, mal, desordem e violência
Osíris - vida após a morte, vegetação
Ísis - amor, magia
Chu - ar seco, luz do sol
Sobek - paciência, astúcia

Pirâmide Vermelha

A Pirâmide Vermelha, assim chamada pela cor rubro-clara da sua superfície exposta de granito (é chamada pelos egípcios de el-haram el-watwat — a pirâmide do morcego), é a maior das três principais pirâmides localizadas na necrópole de Dashur, e é a terceira maior pirâmide egípcia, após as de Quéops (khufu) e Quéfren (Khafre) em Gizé. Quando foi terminada, era a maior estrutura criada pelo ser humano em todo o mundo (220 metros de base e 105 metros de altura). Acredita-se também que ela foi a primeira pirâmide "verdadeira" com lados lisos do mundo. Originalmente, ela era coberta com blocos de pedra calcária polida, mas só alguns poucos destes permanecem, na base da pirâmide.
A Pirâmide Vermelha é uma das poucas do Egito em que é possível ser escalada por dentro. A entrada alta no lado norte permite o acesso a uma longa passagem de 62m que é inclinada para baixo em um ângulo de cerca de 27º. Esta passagem mede aproximadamente 91cm de altura e 1.23m de largura.



Mumificação

Os Antigos egípcios acreditavam na vida após a morte, pensavam que a alma viajava para o além, e deveria ser preparada para isso.
Eram realizados basicamente três tipos de mumificações, dependendo do poder econômico da família do defunto.

Este consistia na liquefação do cérebro, retirado através das vias nasais. A extração dos órgãos internos, exceto os rins e o coração, era realizada através de incisões regulares, feitas, geralmente, do lado esquerdo do corpo. A cavidade craniana era recheada com resina quente e a cavidade estomacal, após ser limpa com aromatizantes e vinho de palma, era preenchida com especiarias, serragem e resina. Em seguida o corpo era revestido em natrão, um mineral composto de carbonato de sódio hidratado, encontrado no deserto da região que, hoje, conhecemos como Líbia.

Depois do processo de desidratação do corpo, que levava aproximadamente 70 dias, era feita uma nova limpeza com especiarias e óleos. A partir daí, começava o envolvimento do defunto com bandagens (sob as quais eram postas pulseiras, colares e todo tipo de enfeites) que podiam ser de linho ou algodão e passavam de 300 m de comprimento. Para terminar a mumificação, as bandagens eram seladas com resina de árvore e, finalmente, o corpo era posto dentro do sarcófago.

Bandas

Provavelmente a maior banda de Technical Brutal Death Metal, a banda Nile é a principal fonte que fala do Egito antigo em suas canções, com um som Brutal e muito atmosférico a banda conseguiu dar vida aos Deuses do Egito antigo.


E não é apenas o Nile que tem o foco no Egito antigo, a banda Scarab que é do Egito também traz um Death Metal de primeira e até o Brasil tem um representante, que é a banda Primordium.



Texto: Renan Martins

Postado por: Renan Martins

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